Quero alguém pra conversar, alguém pra me abrir, alguém que não me julgue por tudo que lhe direi. Quero poder ser livre independente das minhas idéias, independente do meu jeito e acima de tudo independente das coisas que eu falo, fiz e faço. Quero alguém que sempre que eu diga “Quero alguém” não me trate como um estranha. Querer compaixão é ser estranha? Ou é um fardo que somente eu carrego?